Desculpem-Me… Mas Tenho Que Ir

25 01 2010

Pessoal, eu acho que isso chega a ser um adeus.

Sim, esse é o fim oficial e definitivo da tradução. Não que vocês não suspeitassem que esse fosse o caso, é claro, mas eu queria deixar isso óbvio e exposto, óbvio para qualquer pessoa que no futuro, próximo ou distante, chegue a passar por esse blog.

Em breve eu apagarei minha conta do Google e mudarei as informações do meu e-mail da tradução. Como minha mente funciona de modo curioso e sádico, basta que eu deseje para que eu me esqueça de tudo, fazendo com que o retorno torne-se impossível. Lenta e dolorosamente, as lembranças e detalhes dessa tradução sairão de minha cabeça, até que, num futuro distante, eu possa voltar aqui e enxergar tudo não com os olhos de tradutor, mas com os olhos de uma pessoa que realmente aprendeu muito com isso tudo.

Mas eu acho que devo explicações às poucas pessoas que acompanharam esse blog. Essa é a primeira vez em meses que acesso o site e as estatísticas, e vejo que em quase todos os dias, havia pelo menos um visitante. Se era sempre a mesma pessoa ou não, não tenho idéia, mas se for apenas uma pessoa… Obrigado e desculpe pelo incômodo…

Mas então, o motivo de ter parado a tradução foi, principalmente, de caráter médico. Eu tive problemas frequentes e dolorosos durante os primeiros onze meses de 2009 e grande parte de 2008 (não quero entrar em detalhes, pois essa era a premissa ao adotar um pseudônimo). No pico dos meus problemas, era comum ouvir, conforme eu andava, o barulho de remédios numa pequena caixa metálica em meu bolso, independente de onde eu estivesse: em casa, no trabalho ou mesmo nos poucos momentos descanso.

Sim. Durante mais de um ano eu tive que viver ao lado de remédios que a cada vez que eu tomava, ficavam menos e menos efetivos… Não que eles realmente acabassem com o problema. Apenas empurravam para outro dia.

Mas não se preocupem, nunca houve risco de vida… Felizmente.

Então, depois de uma série de eventos, no mínimo, curiosa e trágica, lá pelo meio de março de 2009, eu simplesmente cheguei à conclusão de que… Eu não queria fazer mais isso. Eu não enxergava mais um motivo para continuar traduzindo. Claro, eu queria ajudar na preservação ambiental, mas eu não enxergava mais motivo para trabalhar especificamente numa tradução. Todo dia eu me lembrava do meu problema e de como ninguém conseguia descobrir o que realmente era aquilo que eu tinha, juntando com o curioso e trágico incidente e com meu ambiente de trabalho em que eu sofria tanto, eu cheguei a conclusão simples de que eu tinha mais o que fazer na vida, muitos problemas para lidar, e que não mais tinha a menor intenção de passar o pouco tempo de vida típico da espécie Homo sapiens sapiens traduzindo um livro de alguém, mesmo esse alguém tendo me influenciado profundamente e muitas pessoas incríveis que conheci no decorrer dessa tradução. Eu tinha que enfrentar muitos problemas em minha vida.

Ou seja, eu simplesmente percebi que… Eu tinha mais o que fazer… Mas eu ainda desejava deixar uma marca nesse mundo. Foi então que eu percebi que grande parte do meu desejo de traduzir esse livro vinha desse simples fato: eu queria sobreviver à minha própria morte (não, eu não vou morrer em breve). Eu estava usando essa tradução, muitas vezes, como proteção psicológica, o que nunca foi saudável.

Não muito tempo depois, eu me envolvi numa atividade que eu considerei muito mais importante, tanto para minha saúde, quanto para meu equilíbrio mental… E posso dizer agora que sou feliz. Eu  não mais sou apenas um transmissor de conhecimento, mas sim um gerador.

Então, eu posso dizer agora. Eu desisto da tradução, e não tenho a menor intenção de voltar a ela. Nunca mais. Isso não é um hiato ou a espera pela continuação, é um ponto final nesse livro. Mas, em seu lugar, existe um projeto que julgo muito mais importante e benéfico… Tanto que, afinal, esse projeto foi, talvez, a maior e melhor decisão da minha vida até agora, e foi o que me ajudou a descobrir a força dentro de mim para me livrar de minha enfermidade. Sim, agora eu estou bem e não mais preciso sair por aí com remédios no bolso, mesmo ainda tendo que aguentar certos resquícios dessa enfermidade… E mesmo tendo que ter uma vida relativamente restrita e cuidadosa. Posso ter uma existência quase normal novamente, de modo que eu chego perto de parecer ser gente, para o desprazer e prazer de muita gente… Mas isso não quer dizer que voltarei ao Last Chance. Não, ao contrário, minha atenção pode finalmente permanecer no outro projeto que tanto valorizo.

Isso é um adeus. Nunca mais vocês ouvirão de Baiji, e se alguém disser que sou eu, esse ser é um mentiroso descarado… Se alguém disser que me conhece, essa pessoa também é uma mentirosa descarada (teoricamente, vocês não possuem modo de saber se quem escreveu isso é ou não o Baiji. Tudo o que posso lhes dizer, com segurança, é que, ao criar um pseudônimo para uma tradução, eu menti muito para muitas pessoas). Não pretendo mais checar os e-mails, mas talvez eu até dê uma olhada nos comentários, uma vez por ano. Não se preocupem, o blog ficará aqui como uma memória de tudo o que se passou… E também estará aqui tudo o que traduzi. Sim, ao final dessa postagem, vocês encontrarão o rascunho da tradução, com todos os erros que não corrigi e trechos que deixei para traduzir mais tarde… Inalterado há meses… Sim, há quase que uma beleza poética nisso…

Vocês podem fazer o que bem entenderem com isso: tirar meu nome do arquivo, alterá-lo, colocar em sites de compartilhamento, citar trechos ou colocar em seu site/blog. Eu não ligo.

Ah, e mais uma coisa. Por que eu esperei tanto tempo para postar isso… Bem, eu tinha que conseguir a disposição e a resposta definitiva para certas perguntas. E… Bem, eu tinha que esperar uma certa coisa acontecer, para que uma promessa de muito tempo atrás fosse cumprida… Bem, o dia em que escrevi isso (15 de Janeiro) marca o grande dia (para mim, pelo menos) para o projeto que citei anteriormente (isso está agendado para ser postado automaticamente no dia 25 de Janeiro). Ele está amadurecido o suficiente, e o efeito que ele pode ter para muitas pessoas… Pode ser algo bom, acho, mas de modo algum imediato. Algo bom o suficiente para que eu cumpra a promessa, mesmo sem fazê-la como eu e a outra pessoa esperava… Uma trapaça, talvez alguns digam, mas é o que me satisfaz e os detalhes são desimportantes quando comparados a isso. Mas o que importa é que, se um dia as memórias de minha promessa se esvaírem, bastará olhar para esse site para relembrar-me do que se passou.

E nem estou considerando que, tecnicamente, o projeto está apenas um quarto concluído

É, se um de vocês desejar saber realmente o que é esse projeto… Acho que não um modo fácil de descobrir. Não haverá como saber se sou realmente eu. E essa era minha idéia desde o início. Eu queria que as pessoas olhassem para o mundo sem saber, realmente, onde e quando alguém que pudesse fazer algo “de bom” apareceria… O que certamente deve ter criado inúmeras risadas e revelações para algumas certas pessoas

Então, eu espero que vocês saiam desse blog com mais do que uma mera tradução incompleta. Eu queria que mais pessoas entendessem que a bondade pode estar próxima de nós – muito mais próxima do que imaginamos -, e que basta olhar o mundo com o desejo de enxergar e afinco… Para que essas poucas pessoas se revelem.

Para essas pessoas que aprenderam alguma coisa no decorrer disso tudo… Eu deixo um presente que já poderia servir para me identificar se você tivesse como invadir certas conversas… Uma única pergunta que pode realmente mudar seu modo de enxergar o mundo…

Por favor, pensem bastante nessa pergunta. Ela é o resultado de mais de um ano de reflexão constante, e creio que deveria ser levada a sério. Não se contentem com uma resposta frágil. Sejam inquisitivos.

A pergunta, meu presente, é…

Quem é você?

…Se, por acaso, alguém desejar continuar a tradução… Sinta-se a vontade para fazer isso. Se conseguir me contatar – um grande feito em si só – então eu colocarei um link para seu site de tradução bem na página principal se eu ainda me lembrar da senha e do login.

Então, pessoal, isso é um adeus. Eu pretendia, realmente, dizer uma certa frase famosa do Guia… Mas eu não sou Douglas Adams… Eu sou eu, afinal, e não tenho a menor intenção de viver na sombra de alguém.

E, para os que leram essa coluna de texto… O rascunho da tradução, que eu carinhosamente chamo de Versão Zero Zero.

Versão Zero Zero – Last Chance to See

Então… Adeus. Eu tenho que ir.





Feliz Dia da Toalha!

25 05 2009

Então, finalmente chegou o grande dia, o Dia da Toalha.

Como eu prometi há muito tempo, aqui uma coisa bem especial pra vocês num dia tão feliz(?):

Raro, ou Meio Raro? – Versão 1.02

Notas da versão 1.02:

  • Colocada verdadeira tradução de “kestrel” e “echo parakeet”;
  • Foram corrigidos erros ortográficos;
  • Foram colocadas as notas de rodapé;
  • Foi colocado “Last Chance to See” no início, e as primeiras palavras ficaram em negrito e uma linha acima para se parecer mais com o livro.

[Se o link não estiver funcionando, me avisem.]

Isso não é um trecho, é o capítulo INTEIRO, corrigido, algumas partes re-traduzidas, com uma ou duas notas de tradução, ou seja, seria bom se você lesse tudo de uma só vez; se você já leu meus posts anteriores sobre esse capítulo, recomendo que você leia tudo desde o início, mas nesse arquivo.

Se vocês quiserem saber por onde andei nesse último mês e meio, saiba que eu passei parte dele em mais de um hospital, e saiba também que eu ainda não tenho previsão para quando voltarei a atualizar o blog regularmente…

Na verdade, tenho sim uma previsão: quando eu ficar melhor.

Então, saiam das suas casas, passeiem por aí, aproveitem o dia, peguem um belo cancêr de pele, se forem dirigir não bebam bebidas alcólicas,e o mais importante, não esqueçam suas toalhas!

Se vocês virem alguém andando por aí com uma toalha que parece que passou por um rolo compressor, e que esteja levemente chamuscada, então, pode ter certeza, esse aí não sou eu.

Então, tchau, aproveitem o Dia da Toalha, a semana, o ano, e todo o resto.





Pensando…

7 04 2009

Eu andei pensando muito sobre a tradução, em como ela está progredindo, e na minha falta de tempo, e cheguei a conclusão que seria infinitamente mais fácil para mim não ter que me preocupar com esse blog.

Entendam, eu continuaria atualizando o blog, mas seria bem irregular, mas os posts seriam maiores.

Isso tudo se deve ao fato de que algumas partes não estão traduzidas, por exemplo, se vocês vissem o texto completo agora, veriam, por exemplo, quatro parágrafos traduzidos e um ou dois ainda em inglês.

Então, se forem contra isso, se manifestem, e provem que alguém visita esse blog.

De noite eu vou ver o resultado, e independentemente, eu vou colocar um pedaço muito grande do capítulo Raro, ou Meio Raro, que, infelizmente, contém alguns trechos em Inglês ainda.

Como ninguém se manifestou até agora, assumo que ninguém está contra isso, então, posso ter meu próprio ritmo lento nessa tradução.

Agora, o pedaço bem grande que eu prometi.

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Raro, ou Meio Raro?

Finalmente, o kestrel pulou do seu poleiro, e se mergulhou como no fim de um longo pendulo, the precise length, pivotal position and swing speed of which the kestrel had
calculated. The arc it described intersected sweetly with that of the falling mouse, the kestrel
took the mouse cleanly into its talons, foi para uma árvore próxima e arrancou a cabeça do rato.
“Ele mesmo come a cabeça,” disse Richard, “e leva o resto do rato para a fêmea no ninho.”
Nós demos mais alguns ratos para o kestrel, algumas vezes jogando-os, as vezes deixando ele na pedra hemisférica para ele pegá-los a seu próprio ritmo. Finalmente, o pássaro estava cheio, e fomos embora.
The term `fed up’ actually comes from falconry. Most of the vocabulary of falconry comes
from middle English, and zoologists have adopted a lot of it.
For instance ‘Teeking’ describes the process by which the bird cleans its beak of meat after
eating, by rubbing it along a branch. `Mutes’ are the white trails along cliffs where the bird
has been sitting. These are more normally called `bird droppings’ of course, but in falconry
talk they’re `mutes’. `Rousing’ is the action of shaking its wings and body, which is generally
a sign that the bird is feeling very comfortable and relaxed.
Quando você treina uma ave de rapina, você a treina pela fome, usando-a como uma ferramenta para a psicologia do pássaro. Quando o pássaro já comeu demais ele não irá cooperar e ficará incomodado com qualquer tentativa de mandar nele. Ele simplesmente senta no topo de uma árvore e fica aborrecido. Ele está “cheio”. Richard ficou extremamente “cheio” nessa noite, e por uma razão. Não tinha nada a ver com comer demais, mas tinha uma pequena conexão com o que outras pessoas gostavam de comer. Uma amiga dele de Maurícios veio visitá-lo, e trouxe seu chefe, um francês da Ilha de Reunião, uma ilha próxima,  que ia passar alguns dias na ilha e estava ficando com ela. Seu nome era Jackes, e todos nós sentimos um desgosto instantâneo por ele, mas nenhum tão forte quanto o de Richard, que o detestou assim que o viu.
Ele era um francês do tipo dapper e arrogante. Ele tinha olhos preguiçosos e arrogantes, um sorriso preguiçoso e arrogante, e como Richard disse, um cérebro preguiçoso, arrogante e terminalmente estúpido.
Jacques entrou na casa e ficou parado parecendo preguiçoso e arrogante. Claramente, ele não sabia exatamente o que deveria estar fazendo nessa casa. Não era uma casa muito elegante. Ele estava cheia de mobília danificada e de segunda mão, e havia fotos de pássaros presas nas paredes por taxinhas. Ele obviamente queria se encostar melancolicamente numa parede, mas ele não encontrou nenhuma parede onde ele estava disposto a se encostar, então ele teve que ficar em pé melancolicamente.
Nós o oferecemos uma cerveja, e ele a aceitou com toda a graça que ele conseguia articular. Ele nos perguntou o que estávamos fazendo aqui, e dissemos que estávamos fazendo um programa para a BBC e escrevendo um livro sobre a vida selvagem de Maurícios.
“Mas por que?” ele disse, em um tom confuso. “Não tem nada aqui.”
Richard mostrou um admirável controle a princípio.  Ele calmamente explicou que alguns dos pássaros mais raros do mundo podiam ser encontrados em Maurícios. Ele explicou que era por isso que ele, Carl e os outros estavam lá: para protegê-los, estudá-los, e reproduzi-los.
Jacques encolheu os ombros e disse que eles não eram realmente interessantes ou especiais.
“Oh?” sussurrou Richard.
“Nada com uma plumagem  interessante.”
“Sério?” disse Richard.
“Eu prefiro algo como a cacatua árabe,” disse Jacques com um sorriso preguiçoso.
“Jura.”
“Eu, eu vivo em Reunião.”
“Jura.”
“Eu tenho certeza que não há pássaros interessantes lá,” disse Jacques.
“Isso é porque os franceses mataram todos,” disse Richard.
Ele sagazmente se virou e foi para a cozinha para lavar a louça, fazendo muito, muito barulho. Ele voltou somente depois que Jacques tinha ido embora. Ele entrou na sala silenciosamente, carregando uma garrafa fechada de rum e se jogou num sofá velho no canto da sala.
“Mais ou menos cinco anos atrás,” ele disse, “nós pegamos vinte dos pombos cor-de-rosa que nasceram no centro e soltamos eles. Eu estimo, levando em conta o tempo, trabalho e recursos que investimos neles, que cada pássaro custou três mil e trezentos reais. Mas esse não é o problema.O problema é manter a singela vida dessa ilha. Em pouco tempo todos esses pássaros que criamos estavam em cassarolas. Não consegui acreditar. Nós simplesmente não conseguíamos acreditar.
Vocês entendem o que está acontecendo nessa ilha? Está uma bagunça. Está em ruínas. Nos anos cinqüenta ela estava cheia de DDT que conseguiu se infiltrar na cadeia alimentar. Isso matou muitos animais. Depois a ilha foi atingida por um ciclone. Bem, não podemos fazer nada contra isso, mas ele atingiu uma ilha que já estava seriamente enfraquecida pelo DDT e pela derrubada de árvores, então ele causou danos irreparáveis. Agora com a constante derrubada e queima da floresta só resta dez por cento, e eles estão derrubando isso para caça de cervos. O que resta das singelas espécies de Maurícios está sendo substituída por coisas que você pode achar em todos os lugares do mundo – ligustros, goiabeiras, toda essa merda.
“Olhem isso.”
Ele nos deu a garrafa. Era um rum fermentado localmente chamado Green Island.
“Leia o que está escrito na garrafa.”
Embaixo de um romântico desenho de um velho barco a vela se aproximando de uma idílica ilha tropical havia uma frase de Mark Twain, que dizia, “Você tem a idéia de que Maurícios foi feita primeiro e depois o Céu; e que o Céu é uma cópia de Maurícius.”
“Isso foi a menos de cem anos atrás,” disse Richard. “Desde então praticamente tudo que não deveria ser feito a uma ilha foi feito em Maurícios. Exceto, talvez, testes nucleares.”

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Férias, talvez

28 03 2009

Pessoal, como vocês podem ver pelo tamanho dos posts recentes, eu estive com varios e diversos problemas que estão me impedindo de traduzir.

Hoje, mais uma vez, estou sem acesso à tradução, e os problemas estão…Piorando.

Para facilitar a minha vida, eu não irei atualizar o blog nessa semana, a róxima atualização será somente na próxima terça, dia 7 de Abril.

Espero que compreendam.

Mas não se preocupem, sem falta, atualizo o blog no dia 7!





Uma coisa que vocês não esperavam…

25 03 2009

Como espero que vocês tenham percebido, me atrasei.

Tudo deu errado aqui nas ultimas semanas, e as poucas coisas que não deram errado não me afetaram de modo positivo.

Porém, para compensar vocês, eu coloquei aqui mais uma parte do Raro, ou Meio Raro? e a primeira parte do Pânico Cego.

Espero que gostem.

Será que alguém lê isso?

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Raro, ou Meio Raro?

Parte 12

“Percebe como ele se interessa em tudo que ele vê?” perguntou Richard. “Ele vive pelos olhos, e você tem que se lembrar disso quando os mantém em cativeiro. Você tem que se certificar que eles tenham um ambiente complexo. Aves de caça são relativamente estúpidas. Mas como elas tem uma visão tão precisa, você tem que ter coisas para ocupá-los visualmente.”
“Quando começamos a reproduzir aves de rapina em cativeiro, trouxemos umas aves bem tímidas e quando alguém passava pelo aviário os pássaros ficavam doidos, e achamos que eles deviam estar chateados com o distúrbio, então alguém teve a brilhante idéia de conseguirmos o que chamamos de clarabóia e um aviário separado. Todas as paredes eram opacas, e só o teto era aberto, assim os pássaros não seriam perturbados. Mas o que descobrimos depois foi que tínhamos exagerado. Os filhotes que nasceram lá eram não tinham senso de direção, porque eles não receberam o estímulo sensorial que precisavam. Nós fizemos tudo errado.” Leia o resto deste post »





Desculpem os atrasos

24 03 2009

Ultimamente, tive muito pouco tempo para traduzir, coisas horríveis e inesperadas aconteceram, e nem consegui parar no computador.

Na verdade, nem estou no meu computador, e acho que nem conseguirei usá-lo hoje.

Amanhã atualizarei o blog com um trecho maior do que o normal para compensar por esse atraso, não se preocupem.